PROTOCOLOS RÁPIDOS PARA ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: O PAPEL TRANSFORMADOR DA TROMBECTOMIA, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E REABILITAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.56161/reac.v2i1.25Keywords:
Acidente Vascular Cerebral, Enfermagem, Inteligência Artificial, Protocolos Clínicos, ReabilitaçãoAbstract
INTRODUÇÃO: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) constitui emergência médica de alta morbimortalidade, sendo a rapidez na identificação e intervenção determinante para reduzir déficits neurológicos e ampliar a sobrevida. Protocolos rápidos e padronizados são essenciais para otimizar o cuidado e garantir desfechos favoráveis. OBJETIVOS: Analisar e sintetizar evidências recentes sobre protocolos rápidos de atendimento ao AVC, com foco em trombectomia mecânica, inteligência artificial para triagem e diagnóstico precoce, e estratégias de reabilitação precoce integradas à prática clínica. METODOLOGIA: Revisão integrativa da literatura e documentos oficiais brasileiros, com buscas nas bases PubMed, SciELO e Google Scholar, considerando publicações de 2021 a 2025. Foram incluídos ensaios clínicos, revisões sistemáticas, diretrizes e relatórios institucionais, enquanto relatos de caso, editoriais e resumos de congressos foram excluídos. Os dados foram extraídos, categorizados e analisados quanto à efetividade dos protocolos, aplicação de tecnologias e atuação da equipe de enfermagem. RESULTADOS: A implementação de protocolos rápidos, associada à trombectomia mecânica, inteligência artificial e telemedicina, reduziu o tempo porta-agulha, melhorou desfechos neurológicos e aumentou a sobrevida. Tecnologias emergentes otimizaram triagem, priorização de casos graves e encaminhamento precoce para reabilitação. A equipe de enfermagem desempenhou papel central na execução dos protocolos, monitoramento contínuo e cuidado integral do paciente. A padronização de fluxos assistenciais, capacitação multiprofissional e monitoramento de indicadores contribuiu para a eficiência do atendimento e redução de incapacidades. CONCLUSÃO: Protocolos rápidos de AVC representam avanço significativo na prática clínica, promovendo eficiência assistencial, recuperação funcional e qualidade de vida. Destaca-se a importância da interdisciplinaridade, da integração tecnológica e da prática baseada em evidências para aprimorar o manejo do AVC.
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