ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE MENTAL E QUALIDADE DE VIDA DE POLICIAIS MILITARES
DOI:
https://doi.org/10.56161/reac.v2i1.37Resumo
Este artigo analisa a relação entre atividade física, saúde mental e qualidade de vida em policiais militares. A atividade policial militar exige preparo físico, equilíbrio emocional e capacidade de decisão em situações de risco, mas a rotina profissional é marcada por exposição à violência, jornadas irregulares, pressão institucional, privação de sono e risco de morte. O estudo caracteriza-se como revisão bibliográfica narrativa, elaborada a partir da análise de produções acadêmicas e científicas sobre operadores de segurança pública, com ênfase em pesquisas realizadas nos estados do Amazonas, Maranhão, Piauí e Paraná. Os achados indicam que policiais fisicamente ativos tendem a apresentar melhores indicadores de qualidade de vida, menor presença de sintomas depressivos e maior capacidade de enfrentamento das demandas ocupacionais. A atividade física também se relaciona à regulação do estresse, melhora do humor, manutenção da aptidão funcional e fortalecimento do bem-estar psicossocial. Conclui-se que o exercício físico deve ser tratado como estratégia institucional permanente de saúde ocupacional, prevenção do adoecimento mental e valorização profissional nas corporações militares.
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